Vejo tanta gente.
Pequenas, grandes.
Alegres, tristes.
Loiras, morenas.
Ruivas, únicas.
Pretas, brancas.
Ricas, pobres.
Fanáticas, indiferentes.
Bonitas, feias.
Com senso, sem senso.
Fico imaginando alternativas para essas. Por que são como são? Como conseguiram?
Tenho inúmeras versões para cada.
Eu, tu, ele, todos somos como somos, por vivermos ou deixamos de viver algo.
O que frustra-me, é que existem penhascos tão enormes entre eles.
Tudo por que uns vivem, demais, e outros se mantém a parte.
Por opção ou não. É triste.
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